Pão duro? Só um restinho…

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UMA HISTÓRIA COMOVENTE: O ADVOGADO JUDEU

Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos
advogados mais ricos da cidade, um judeu. O diretor da instituição decidiu ele mesmo ir falar com o advogado.
– Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$ 3.000.000,00 por
ano e mesmo assim nunca fez uma pequena doação para nossa caridade.
O senhor gostaria de contribuir agora?
O advogado respondeu:
– A sua pesquisa apurou que minha minha mãe está muito doente e que as
contas médicas são muito superiores à renda anual da aposentadoria dela?
– Ah, não, murmurou o diretor.
– Ou que meu irmão mais novo é cego e desempregado? Continuou o advogado.
O diretor nem se atreveu a abrir a boca.
– Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou ela sem um
tostão e com cinco filhos menores para criar, sendo que um deles tem
Down?
Falou o advogado judeu já com ar de indignação.
O diretor já se sentindo humilhado disse:
– Eu não tinha a menor idéia de tudo isso…
– E a sua pesquisa apurou que meu pai é diabético, cardiopata e que está
na cadeira de rodas há mais de dez anos?
– Não senhor …
– E foi, por acaso, verificado que eu tenho dois sobrinhos surdos-mudos?
Perguntou o judeu.
Silêncio do diretor.
– Além de tudo isso – disse o advogado – vocês já sabem que meu irmão
mais velho pediu falência e perdeu todos os seus bens?
– Não, absolutamente não, senhor! Respondeu o diretor totalmente
envergonhado com o papelão que fazia.


– Pois então, disse o advogado, SE EU NÃO DOU UM TOSTÃO PARA ELES, POR
QUE EU IRIA DAR PARA VOCÊS!

Uma resposta to “Pão duro? Só um restinho…”

  1. Gercina Says:

    Sei que você não percebeu, mas pelo que tem havido de práticas preconceituosas contra judeus, gostaria de fazer uma ratificação sobre a mensagem acima:

    O estereotipo

    Há pessoas que envergonham seu grupo em todos os escalões.
    O estereotipo de judeu usurário é no mínimo uma atitude preconceituosa, visto que um elemento não pode representar uma comunidade inteira.

    Sabendo que esta imagem foi cunhada na Idade Média e que a hegemonia e poder de persuasão era do Catolicismo Romano, e ainda que, este período é considerado “Era das Trevas”, podemos perceber que tal e outras difamações foram criadas, com a mesma filosofia e propósito do alemão Joseph Goebbels, ministro de propaganda de Adolf Hitler, de que “uma mentira muitas vezes repetida, torne-se verdade”.

    Essa antipatia gratuita foi criada para legitimar atos criminosos e hediondos, como os que são registrados pela História: extermínio de milhares de judeus nas fogueiras da Inquisição assim como pelo regime nazista.

    Sem querer ofender, pois é sabido qual religião é mais opulenta e rica… e que tem acumulado riquezas em abundância em toda a sua história…

    O Estado de Israel e as comunidades judaicas ao redor do mundo são grandes exemplos, ao implementarem, subsidiarem e favorecerem serviços de ajuda comunitária, humanitária e fundos de caridade.

    O Estado de Israel é uma democracia exemplar quanto: ao status da mulher, educação, saúde, agricultura, comércio, tecnologia, recursos hídricos, farmacologia, veterinária, medicina etc.

    O judeu é ensinado a amar a D’us e a seu próximo.
    Em todo o mundo é raro se ouvir de judeus que transgridem as leis ou promovem atentados contra a vida. Fato comum a outros grupos, em países onde não há liberdade de expressão nem religiosa… ou quando estes, abusando da liberdade dos países que os acolhem, atentam contra seus cidadãos…

    Para um judeu, fazer o bem é uma mitsvá, um mandamento:

    “Sobre três pilares o mundo se sustenta: a Lei, o trabalho e atos de bondade”
    (Ética dos Pais 1,2)

    Imagens assim distorcidas, associadas ao apoio de uma mídia tendenciosa, retratam a ilusória aparência de “terroristas bonzinhos, coitadinhos”.

    Contra a legítima e soberana ação de um Estado que necessita agir em defesa de seus cidadãos, de freqüentes atentados terroristas como: a incitação resultante da educação para o ódio, gerada nas escolas e campos de treinamentos homicidas para crianças e jovens; incentivo à prática de “homens-bomba”, “carros-bomba, crimes anônimos, sem punição; construção de túneis entupidos de explosivos; contrabando de armas; estoques abundantes de coquetéis molotoves; lançamento de mísseis e foquetes, etc, etc. Arsenais adquiridos com dinheiro doado para obras sociais e que deveria servir para benefiar o cidadão comum…

    Tudo isto por falta de uma liderança que aplique bem estes recursos advindos das mais variadas fontes e grupos apoiadores e que se empenhe na construção de bens úteis à sua população, mergulhada em profunda miséria e entregues ao desgoverno dos seus líderes, cuja política é engordar suas contas e estimularem tais práticas com falsas e fictícias promessas…

    Em Israel a luta é para viver em paz, trabalhando eficaz e arduamente para oferecer aos seus patrícios, assim como a todos os estrangeiros, inclusive árabes que residem pacificamente no território israelense: escolas, universidades, hospitais, trabalho, qualidade de vida, lazer e segurança.

    É um costume rotineiro do judeu ajudar pessoas necessitadas, pois o Criador generosamente fez tudo o que há; provê chuva e mantimento até ao dia de hoje:

    “… em seis dias fez o ETERNO os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o ETERNO o dia do sábado, e o santificou” (Êxodo 20:8-11)

    “Só Tu és ETERNO; tu fizeste os céu, o céu dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto neles há, e tu os guardas com vida a todos; e o exército dos céus te adora” (Neemias 9:6).

    “Assim diz o ETERNO, teu Redentor, e que te formou desde o ventre: Eu sou o ETERNO que faço tudo, que sozinho estendo os céus, e espraio a terra por mim mesmo” (Isaías 44:24).

    “Ah ETERNO Deus! Eis que tu fizeste os céus e a terra com o teu grande poder, e com o teu braço estendido; nada há que te seja demasiado difícil” (Jeremias 32:17).

    Acho que esta mensagem como brincadeirinha ofenderia a qualquer um que visse manchado o nome de sua família.

    Sugiro que a bem da verdade, o texto seja acompanhado por estas ratificações. Agradeço imensamente.

    Com amizade,

    Gercina

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